sábado, 22 de março de 2025

Sede

 Sede

Sem espera em uma rede,
Quem cansa vai refrescar,
Tomar um banho de mar,
Algo atrás de uma parede.

Segredos desvendar,
Anda, olhai pois e vede,
Acima do que se enrede,
É preciso da agua cuidar.

Algo que se enverede,
Dados para conscientizar,
Mais que manter o verde.

O que se bebe limpar
O que acalmará a sede
Agua limpa para aliviar.

22/03/2025

Para matar a sede, é preciso da agua cuidar, 
Seja feita uma nova rede, permita as ideias refrescar

quinta-feira, 20 de março de 2025

Outras Estações

 Outras Estações

Viver cada dia bem devagar,
Não fazer do outono, inverno 
Nem de um paraíso,  inferno,
Satisfação, a si mesmo olhar.

Esteja em regata ou terno,
O melhor sempre realizar,
Em todo sentir manifestar,
Ser superior ou subalterno.

Vendo o tempo só passar,
O que seria ser moderno,
A que destino se vai chegar.

O frio seria algo interno?
Quando o verão se afastar,
Sobraria um abraço terno?

20/03/2025
Sobre estações que se renovam, Emoções que secas caem, 
Olhares que se reprovam, E forcas que impulsionam ou traem.




terça-feira, 18 de março de 2025

Duvida Certa

Duvida Certa 

Dizem assim pelo ar,
Entre falas e intenções,
Sob variadas pressões,
Nem tudo é bom falar.

No mundo das tensões,
Nem sempre o pensar,
Que se deve manifestar,
Talvez algumas canções.

Formas de se expressar,
Serenas manifestações,
Em busca do feliz lugar.

Identidades na multidões,
Só o todo a complementar,
Formar somas ou subtraçoes?






domingo, 16 de março de 2025

Ponteiros

Ponteiros

Se o tempo pudesse, 
De repente só parar,
Algo pudesse mudar,
Quem faria uma prece?

Um outro ar respirar,
Um abraço se tivesse,
Algo, não se esquece,
Coisas boas a lembrar.

Já que ele esvanece,
Tudo que está a passar,
Devagar vá, se pudesse.

Cada minuto abençoar,
Meio a esse sobe e desce,
Mais sonhos bons realizar.

16/03/2025