Levantemos
Quantas coisas planejamos,
Perante destinos arquitetados,
Céus e infernos conspirados.
Humanos apenas rumamos.
Deuses tão imaginados,
Tentações que evitamos,
Medos que cultivamos,
Todos seguem ignorados.
Até quando só lutamos,
Com os detalhes sobrados,
Ainda assim ali ganhamos.
De nós e nossos passados,
Quando em nós ressuscitamos,
Nossos impossíveis já realizados.
19/05/2026
As vezes o poema destoa, e a sensação é de que há entidades arquitetando algo que não somos capazes de compreender, coisas que não controlamos, nos levam a rumos difíceis de ver com bons olhos, tumulto mental, medo espiritual, cansaço físico, um caos propagando que só com muita fé e paciência é possível aceitar, compreender e se recriar, como a Fenix, renascer é algo a se almejar e realizar.









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